Lisboa

Cartões de fidelização para negócios em Lisboa

Lisboa tem um problema de fidelização que quase nenhuma outra cidade portuguesa tem na mesma escala — uma parte enorme de quem entra na porta nunca vai voltar, e não porque tenha corrido mal, mas porque está cá três dias.

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Os turistas não lhe custam nada

Num esquema de desconto, cada cliente de passagem leva margem sem nunca voltar. Num cartão de carimbos, quem lê o código uma vez e desaparece custa exactamente zero, porque o prémio só chega ao fim de várias visitas — o gasto concentra-se todo em quem mora ali.

Distingue o bairro do centro

Um espaço na Baixa e um em Alvalade têm misturas de clientes completamente diferentes, e a mesma promoção não serve os dois. Como os carimbos só pagam a quem repete, o mesmo cartão ajusta-se sozinho a cada mistura sem ter de mudar preços nem sinalética.

Feito para margens sob pressão de rendas

Com as rendas comerciais em Lisboa, descontar de forma transversal é raramente comportável. Um cartão de carimbos custa-lhe apenas nas visitas em que já ganhou o cliente, o que é uma forma muito mais defensável de gastar margem quando o custo fixo já é alto.

As perguntas que toda a gente faz

Faz sentido num sítio com muitos turistas?

Faz, precisamente por isso. O cartão não lhe custa nada pelos clientes de passagem, e ao mesmo tempo dá-lhe uma razão concreta para os residentes do bairro voltarem em vez de escolherem entre as várias opções que têm a pé. É segmentação sem ter de segmentar nada.

E se tiver mais do que um espaço em Lisboa?

Cada espaço é uma conta própria com os seus cartões, o que costuma ser o que se quer — um cliente do Chiado raramente é o mesmo de Telheiras. A partir de três espaços há desconto de volume, e a gestão continua separada para que os números de cada um sejam legíveis.

Os clientes portugueses usam QR codes?

Usam, e há anos. Entre ementas, parquímetros, MB WAY e bilhetes, apontar a câmara a um código é um gesto completamente banal em Portugal, e no fim deste não há nada para instalar nem para subscrever, o que retira a única parte que costuma travar as pessoas.

Preciso de comprar algum equipamento?

Não. O quiosque é uma página web, portanto corre no tablet, no monitor ou no portátil que já tem ao balcão. Não há leitor, não há terminal e não há nada ligado à sua caixa registadora.

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